quinta-feira, 30 de agosto de 2012

PE. AMORTH FALA SOBRE ANJOS, DEMÔNIOS E EXORCISMO!



Exorcista de Roma - Pe. Amorth


Padre Gabriele é um homem sorridente, com ar brincalhão, que introduz sempre alguma brincadeira no seu falar. Não tem celular; não sabe o que é internet, não assiste televisão, nem lê jornais”. Este trecho foi retirado da apresentação do livro Memórias de um Exorcista. A observação foi feita pelo jornalista italiano, Marco Tosatti, mas pôde ser sentida também pela correpondente internacional da Revista Ecclesia, Daniela Valentini ao entrevistar o padre Gabriele Amorth no dia 25 de junho deste ano.
Bastante simpático, acolhedor e prestativo, o maior exorcista em nível internacional e exorcista oficial da arquidiocese de Roma pausou por um instante seus diversos afazeres diários para responder a algumas questões sobre o seu trabalho na Igreja e mostrar seu ponto de vista sobre Anjos, Demônios e Exorcismo.
Gabriele Amorth nasceu em 1 de Maio de 1925. Foi ordenado sacerdote em 1954, e nomeado padre exorcista em junho de 1986, sob a tutela de Padre Candido Amantini. Ele é membro da Congregação Sociedade de São Paulo, que tem como fundador Padre Tiago Alberione; fundou a Associação Internacional de Exorcistas, da qual foi presidente até o ano de 2000, quando aos 75 anos se aposentou; atualmente é Presidente Honorário Vitalício da Associação. Ele também é autor de diversos e importantes livros sobre Exorcismo.
Veja, na íntegra a entrevista concedida à Revista Ecclesia…
SOBRE OS ANJOS:
Ecclesia: Padre Amorth, o senhor poderia nos dizer quem são os anjos?
Padre Amorth: Os anjos são Puros Espíritos; criados por Deus; submetidos a uma prova, parte dos anjos se rebelaram contra Deus por soberba e se tornaram demônios. Estes estão no Inferno; os outros estão no Paraíso.
Ecclesia: Os anjos malignos têm poder sobre os seres humanos?
Padre Amorth: Claro! Eles têm poderes porque são anjos, ou seja, Puros Espíritos muito inteligentes e muito poderosos; porém, é o Senhor quem comanda; por isto, nunca permite que os anjos tenham sobre nós poderes superiores às nossas forças de resistir; eles têm, sobretudo, o poder de tentar o homem ao mal; mas o homem tem a capacidade de resistir, com orações e evitando as circunstâncias.
Valentini: Padre Amorth, qual a função dos anjos da guarda?
Padre Amorth: Os Anjos da Guarda, sob um ponto de vista espiritual, nos protegem das tentações. Nos protegem ainda dos males comuns, no dia a dia. Por exemplo, eu como motorista passei por diversas dificuldades. Nessas ocasiões, vi muitas vezes, a proteção de meu Anjo da Guarda. Eles nos protegem também dos males presentes; dos males ocasionais; sobretudo, nos protegem contra as tentações e nos estimulam a rezar e vivermos unidos ao Senhor.
Ecclesia: Padre Amorth, é possível que nós nos comuniquemos diretamente com o nosso Anjo da Guarda?
Padre Amorth: Não! Nós nos comunicamos com eles somente através de Deus. Através de Deus sim, é possível nos comunicarmos, ou seja, se rezamos ao Senhor para que o Anjo da guarda intervenha, diga, faça alguma coisa, etc.
DEMÔNIOS
Ecclesia: Padre Amorth, falando agora um pouco sobre o Demônio… Como ele se manifesta?
Padre Amorth: Os demônios, geralmente, estão escondidos; procuram não se manifestar de forma sensível, de modo que não se perceba a sua presença. Eles, porém, como procuram tentar o homem ao mal e afastá-lo de Deus, procuram nos pôr em ocasiões de pecado, procuram quais são os nossos pontos fracos – cada um de nós tem algum ponto fraco – e então procuram criar as ocasiões para que nós possamos satisfazer estes pontos fracos. São Pedro nos diz: “como o leão rugindo, o Demônio vai em volta de nós, nos circunda, procurando onde devorar, onde morder”.
Ecclesia: Padre Amorth, o senhor afirma no seu livro MEMÓRIAS DE UM EXORCISTA, A minha vida em luta contra Satanás, que Satanás e Lúcifer são dois demônios distintos. Pode nos dizer quem é um e quem é o outro? Qual deles se revoltou contra Deus?
Padre Amorth: Exatamente. São dois demônios distintos. Satanás é o chefe dos demônios. Lúcifer é considerado o seu vice-chefe. Saiba que também os demônios, assim como os Anjos, são hierarquizados; existem os mais poderosos e os mais fracos. E é uma hierarquia de ódio. Se odeiam entre eles e os mais fracos têm medo daqueles demônios que são mais fortes. O Anjos, pelo contrário, são hierarquizados no amor. O chefe deles é São Miguel. Amam-se entre eles e, portanto, existe amor e não existe temor entre eles. Todos se revoltaram contra Deus, ou seja, Satanás primeiro e toda uma fileira de Anjos junto com ele.
Ecclesia: Padre Amorth, como podemos reconher os demônios? E como distinguir as suas maléficas ações?
Padre Amorth: Suas ações se distinguem porque são sempre contrárias à Palavra de Deus. Pense, por exemplo, em como Satanás tentou Adão e Eva. Deus havia dito a eles: “Não comam deste fruto senão vocês vão morrer”; o Demônio disse: “Não! Não é verdade!”, ou seja, o Demônio procura nos fazer perder a confiança na Palavra de Deus. “Não é verdade, vocês não vão morrer; pelo contrário, vocês serão semelhantes a Deus.” Ele procura nos fazer entender que o pecado não é um  mal, mas sim, um “bem”; que ceder à tentação nada mais é do que adquirir uma nova experiência.
Ecclesia: Padre Amorth, o que o Demônio pretende ao possuir uma pessoa?
Padre Amorth: O Demônio tem gosto pelo ódio contra Deus; tem gosto em possuir a pessoa para tirá-la da parte de Deus e levá-la ao Inferno.
SOBRE EXORCISMO:
Ecclesia: Padre Amorth, o que é um “exorcista”?
Padre Amorth: O exorcista é um sacerdote, ou também um fiel, que crendo em Jesus Cristo, com a força do nome de Jesus Cristo, ordena ao Demônio que se afaste.
Ecclesia: Padre Amorth, qual a diferença entre “exorcismo” e “oração de libertação”?
Padre Amorth: O “exorcismo” é uma oração pública, a “oração de libertação” é uma oração privada. Ou seja, o “exorcismo” é feito com a autoridade da Igreja; a “oração de libertação” é feita, por sua vez, por iniciativa pessoal. Porém, se existe verdadeira fé, a oração de libertação obtém os mesmos efeitos do “exorcismo”. Isto porque Jesus disse (Mc 16,17) que aqueles que creem em mim – portanto, todos, homens, mulheres, jovens, não jovens – aqueles que creem em mim, no meu nome expulsarão os demônios.
Ecclesia: Então, quer dizer que qualquer fiel pode fazer uma “oração de libertação”?
Padre Amorth: Qualquer fiel pode fazer a “oração de libertação”. Lendo as vidas de muitos santos, vemos muitos santos e santas, por exemplo, Santa Catarina de Sena, que sem serem exorcistas, sem serem sacerdotes, faziam a oração de libertação; e libertavam dos demônios.
Ecclesia: Através de suas biografias percebemos que o senhor fala e se utiliza de elementos que combatem ou previnem a ação maligna, por exemplo, o sal, o óleo e a água exorcizados. Qual o papel destes elementos?
Padre Amorth: A água exorcizada é útil para tudo; é uma evocação do Batismo; é útil para abençoar todas as coisas e para afastar as influências maléficas. O óleo exorcizado é útil, sobretudo, sobre as feridas e principalmente se for preciso libertar o estômago de algum alimento maleficado que uma pessoa tenha ingerido. O sal exorcizado serve principalmente para proteger os lugares, as casas, mas também as pessoas.
Ecclesia: O fiel leigo pode exorcizar estes elementos: sal, óleo e água?
Padre Amorth: Não! Estes elementos devem ser exorcizados e abençoados somente pelo Sacerdote ou pelo Diácono. Porém, uma vez que o Sacerdote ou o Diácono os abençoaram, o fiel pode usá-los livremente.
Valentini: Padre Amorth, quais são os principais sintomas de uma possessão?
Padre Amorth: São muitos! Por exemplo, falar línguas desconhecidas; conhecer coisas escondidas; principalmente, uma grande aversão ao Sagrado. Tome, por exemplo, um jovem que sempre foi à igreja, sempre orou e, de repente, começa a blasfemar e a ficar afastado da igreja. Se vê um Sacerdote, foge, vai embora; ou seja, uma aversão a tudo aquilo que é oração, que é Sagrado. Depois os males que uma pessoa sente: dores muito grandes que os médicos não conseguem diagnosticar, sobretudo na cabeça, no estômago e, depois, às vezes, uma força de Hércules; uma força por causa da qual eu tive alguns possuídos que precisavam seis pessoas para segurá-los firmes. Se vê também, e isto é bastante significativo, as reações aos exorcismos. Somente com o exorcismo eu tenho a certeza que existe, em uma pessoa, uma presença maléfica, a presença de um Demônio. A certeza eu somente tenho fazendo o exorcismo, porque assim o Demônio que está dentro da pessoa se desencadeia. A pessoa rola pelo chão, urra, blasfema, etc.
Ecclesia: Como o seu mestre, Padre Candido Amantini, somente olhando uma foto, sabia se o sujeito estava ou não possuído?
Padre Amorth: É um carisma especial! Os carismas são dons do Espírito Santo; dons extraordinários que o Espírito Santo dá a quem quer e quando quer.
Ecclesia: Padre, e como é possível a nós, mantermos afastada a ação demoníaca?
Padre Amorth: Com a oração e os sacramentos. É simples, quando se reza, se aproxima dos sacramentos, se defende do Demônio. A Eucaristia é importantíssima, porque é receber o Corpo de Jesus; seja a Missa, o sacrifício, a comunhão em que Jesus vem dentro de nós e a adoração eucarística. É muito importante parar para adorar o Santíssimo Sacramento. Depois, importantes também todas as formas de oração; fortíssimo é o Rosário mariano. Se uma pessoa reza, se aproxima dos sacramentos, pode ficar tranquila que o Demônio não tem nenhum poder sobre ela.
Ecclesia: Padre Amorth, ler bibliografias, tais como as suas, buscar conhecimento sobre este assunto incomoda o Demônio?
Padre Amorth: Com certeza! Porque faz conhecê-lo. O Demônio fica contente quando as pessoas não creem na sua existência, quando as pessoas não pensam que ele age e, portanto, não estão prontas a se defender e não oram para afastá-lo. O Demônio faz de tudo para permanecer desconhecido. Então, ler livros que falam do Demônio, quando são escritos na verdade, segundo a doutrina da Igreja, segundo a doutrina do Evangelho e de toda a Sagrada Escritura, quando são escritos assim, a sua eficácia é grande, porque fazem conhecer o Demônio, saber se defender, ficar em alerta.
Ecclesia: E as pessoas podem ser perturbadas por isso?
Padre Amorth: Não por causa de terem lido aquelas bibliografias, porque quanto mais uma pessoa conhece o Demônio e mais o combate, mais o Demônio tem medo dela. Por isso, quando uma pessoa é conhecedora desta matéria, o Demônio fica longe dela. Eu sempre que me perguntaram se alguma vez tive medo, respondi: “É o Demônio que tem medo de mim”. E ele tem medo de todos nós, porque temos a marca da Trindade, somos criados por Deus. Se nós combatemos o Demônio, ele tem medo de nós. Mas, se nós temos medo dele, então ele se aproveita disso.
Ecclesia: Padre Amorth, por que algumas pessoas são mais vulneráveis à ação do mal do que outras?
Padre Amorth: Bem! Depende da sensibilidade, que varia de pessoa a pessoa; certas pessoas se assustam com mais facilidade. Depende do fato de que muitas pessoas não sabem se defender com a oração e com os sacramentos, então ficam mais vulneráveis, mais expostas aos medos. Mas quem tem confiança no Senhor, em Nossa Senhora, na ajuda do Anjo da Guarda e dos Santos, então não deve ter medo.
Ecclesia: Padre Amorth, o Povo brasileiro é muito místico, mas a maior parte do nosso Clero não crê mais nos demônios e menos ainda no Exorcismo – dizem que são coisas “anacrônicas!” – o senhor poderia dizer uma palavra aos sacerdotes brasileiros sobre este argumento?
Padre Amorth: Claro! Recomendo aos sacerdotes que leiam o Evangelho, leiam o Evangelho, leiam o Evangelho. Porque ali se encontra Jesus que expulsa os demônios; Jesus que dá o poder de expulsar os demônios; e, no final, é Jesus que dá a ordem de expulsar os demônios. Por isto, é um dever, não é uma coisa qualquer que um Sacerdote pode ou não fazer, indiferentemente. Jesus disse: Pregai o Evangelho e expulsai os demônios. Ele já mandava os apóstolos a pregar e a expulsar os demônios e, assim, eles continuaram depois da Ascensão de Jesus, assim continuou toda a história da Igreja. Portanto, encontramos as verdades no Evangelho, encontramos as bases no Evangelho, mas depois existem todos os documentos da Igreja. Por exemplo, o Direito Canônico; o Ritual dos Exorcistas; estes são textos oficiais da Igreja. E, portanto, se vê ali como a Igreja ensina a combater os demônios.
Ecclesia: Padre Amorth, fala-se que o Papa Bento XVI está prestes a emitir um documento, inclusive sugerido pelo senhor várias vezes, recomendando a todas as dioceses a nomeação de um exorcista; é verdadadeira essa informação?
Padre Amorth: É verdade que se ouve falar. Também eu ouvi falar por pessoas muito próximas ao Papa. Porém, por enquanto, um documento assim ainda não saiu. Eu compreendo a prudência do Papa, que quer fazer de modo que as pessoas cheguem, antes de tudo, com o seu bom senso, e com o seu estudo do Evangelho, a entender estas verdades. E principalmente os bispos, uma vez que depende deles a nomeação dos exorcistas, precisam perceber que o Direito Canônico dá a eles o poder de nomear os exorcistas. Mas lhes dá este poder em sentido de “monopólio”, ou seja, exclusivo. Um Bispo pode nomear exorcistas na sua Diocese. Se ele não os nomeia, nenhum outro Bispo no mundo poderá nomear um exorcista na sua Diocese. Por isto todo Bispo deve sentir a responsabilidade que tem de nomear os exorcistas, exatamente porque, possui a exclusividade. Por isto, eu insisto sempre que, se diante de uma verdadeira necessidade, um Bispo não provê – pessoalmente, fazendo ele mesmo o exorcismo ou nomeando um exorcista – diante de um verdadeiro caso grave de necessidade, se um Bispo não provê, eu insisto que ele que comete pecado mortal, porque falta com o seu dever.
Ecclesia: Padre Amorth, aqui no Brasil, mais do que em outros países, se desenvolveu a “moda” dos feiticeiros e bruxos; seria porque os fiéis não encontraram na Igreja uma solução aos seus problemas com o Maligno?
Padre Amorth: Em parte, isto também é possível! De fato não existe proporção, não só os exorcistas, mas também o número dos sacerdotes é muito inferior ao número dos feiticeiros, cartomantes, médiuns, etc. Portanto, em parte é verdade. Porém, é também verdade que é por falta de fé que as pessoas se dão à superstição. Se as pessoas tivessem fé, se voltariam aos sacerdotes e principalmente se voltariam à oração e aos sacramentos. Mas quando as pessoas não oram, não vão à igreja, não escutam a Palavra de Deus, em substância, as pessoas perderam a fé. Muitos se batizam, mas não vão à Missa, não oram, não vivem como cristãos. E quando uma pessoa se afasta de Deus, sempre cai nas superstições. E quando uma pessoa não crê em Deus, termina por crer em magos, cartomantes e charlatães.
Ecclesia: Padre Amorth, o que são os feitiços e os malefícios?
Padre Amorth: Malefício é a palavra genérica, ou seja, fazer um malefício é fazer um mal com a ajuda do Demônio. E o malefício pode ser feito de muitas formas diversas: feitiço, amarração, mal olhado, maldição e, infelizmente, lhe digo duas formas que no Brasil se conhece bem, porque são muito desenvolvidas: a “macumba” e o “vodu”. São todas formas de malefício, ou seja, formas de fazer o mal a uma pessoa recorrendo à ajuda do Demônio. Não é que o malefício sempre “pegue”, porque existe Deus que vigia, porém, se eu pagar um assassino para matar uma pessoa, Deus não é obrigado a evitá-lo, mas depois dará a cada um aquilo que merece. Deus nos criou livres, também livres para fazer o mal. Assim, uma pessoa pode fazer o mal à outra recorrendo à ajuda do Demônio, em geral dirigindo-se a um feiticeiro, a um bruxo, a um cartomante, a um médium, a uma destas pessoas dedicadas ao oculto, que são ligadas a Satanás.
Ecclesia: Como as pessoas podem se proteger da macumba e do “vodu”?
Padre Amorth: Sempre com os meios da Graça, que são fortíssimos: a Eucaristia, o Rosário Mariano, a oração, os sacramentos. Ouça, eu sou exorcista há 25 anos, e há 25 anos falo e escrevo não só contra o Demônio, mas também contra feiticeiros, cartomantes, bruxos, etc. Sabe quantas vezes me fizeram malefícios? Milhares de vezes, mas nunca me tocaram. Nunca me tocaram porque o Senhor me protege, Nossa Senhora me protege. Portanto, se nós estamos sob a proteção do Senhor, de Nossa Senhora, mesmo se nos fazem malefícios eles não pegam.
Ecclesia: Padre Amorth, o senhor poderia concluir esta nossa entrevista com uma mensagem sua aos fiéis brasileiros?
Padre Amorth: A minha mensagem aos fiéis brasileiros é: tenhamos presente que o mal existe assim como existe o bem. Existe a virtude assim como existe o vício. É importante levar em conta que a vida é um período de prova em que, se somos fiéis aos mandamentos de Deus, às leis da Igreja, nós salvamos a alma, porque a vida terrena é passageira. Mas depois existe a vida eterna, a eternidade. Este período de prova é importantíssimo porque decide o nosso futuro eterno. Então, devemos observar a palavra de Deus. E para ter a força de observá-la sempre, devemos nos aproximar dos sacramentos e da oração, considerando que Deus é de infinita misericórdia, que mesmo conhecendo as nossas fraquezas é sempre pronto a nos perdoar. Não existe culpa que não possa ser perdoada pela misericórida de Deus, que instituiu o grande sacramento da confissão ou penitência, exatamente para perdoar os pecados. E o Senhor perdoa sempre porque Ele nos quer todos no paraíso e portanto, nos dá sempre as graças necessárias para viver em Graça de Deus, para não cometer o pecado. E se cometemos o pecado nos dá a graça de nos arrependermos e de sermos perdoados. Obrigado! Eu lhe agradeço muito! O Senhor a abençoe!

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